Sol forte não prejudica só a pele, mas também é prejudicial dentro do carro; saiba como se proteger

Pouca gente se dá conta, mas passar o dia inteiro dirigindo também é um fator de risco para a pele. Os mais expostos são os profissionais com longa carga horária durante o dia, seja em viagens nas rodovias brasileiras ou presos no trânsito das grandes cidades.

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É verdade que ficar dentro de um automóvel não é o mesmo que encarar um dia ensolarado a pé, diretamente exposto aos raios UV (ultravioleta) e IV (Infravermelho). Porém, se o automóvel for equipado com vidros com 100% de transparência — modelos mais antigos usam essa configuração –, cerca de 40% da radiação acaba transmitida para dentro da cabine, ou seja, para a sua pele.

A PELE SOFRE

“Esse percentual é bem alto”, alerta a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Denise Steiner. “Se o processo perdurar por muitas horas, há riscos de penetração dos raios UV e IV, que podem esquentar a pele e provocar doenças”, enfatiza.

Carros mais recentes usam vidros verdes (a camada que filtra parte da luminosidade e radiação dá a cor esverdeada à peça, que reduzem em pelo menos 25 pontos percentuais a incidência de raios solares sobre os ocupantes.

PROTEJA SUA PELE

Não caia no mito de que os riscos só existem das 11h às 14h, período do dia em que o sol emite a chamada radiação UV B, mais forte. Estudos recentes mostram que o tipo UV A, emitido durante todo o período de presença do sol, também é prejudicial à saúde, embora com efeitos menos visíveis.

“Os raios UV B agem sobre a epiderme, camada exterior da pele. São eles que causam vermelhidão, ardência e o câncer de pele. Já os raios UV A atingem a derme, uma camada mais profunda, podendo pegar também vasos, fibras, glândulas e causar outro tipo de câncer, chamado melanoma”, explica a médica.

Outras reações possíveis são as fotodermatoses (como a urticária), alergias, oxidação e liberação de radicais livres, que aceleram o envelhecimento da pele.

COMO COMBATER O ENVELHECIMENTO DA PELE

A consequência mais visível são as famosas rugas, pés de galinha, bigode chinês e a terrível flacidez, dando aquele aspecto envelhecido para sua pele

Para evitar tudo isso, não basta apenas usar filtro solar (de preferência a partir do fator 30), Mas deve-se investir em suplementação de Colágeno, que no Brasil é chamado de Proteína Asiática.

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História da empresa

Visão “World Corp”: a fusão entre Daimler-Benz e Chrysler (1995 – 2007)

Em 1995, o novo Presidente do Conselho de Administração, Jürgen E. Schrempp, iniciou um realinhamento estratégico do grupo, uma vez que muitas das unidades de negócio existentes não desfrutavam de uma posição competitiva favorável. O portfólio foi focado na divisão com a Fokker, vendendo a Dornier Luftfahrt GmbH e dissolvendo a AEG. Este movimento, juntamente com medidas destinadas a aumentar a competitividade, teve como objetivo fortalecer o poder aquisitivo do grupo, que agora se concentrava na mobilidade automotiva, transporte e serviços.

Estender os negócios principais, complementando-os com novos produtos e serviços, e melhorando a posição competitiva em termos globais, teve prioridade sobre os novos campos de negócios.

Fusão da DaimlerChrysler AG

Tendo em conta o avanço da globalização, entre outras coisas, a produção de automóveis foi retomada em Tuscaloosa em 1995 e, em 1998, foi anunciada a fusão com a Chrysler Corporation para formar a DaimlerChrysler AG. A intenção da fusão era salvaguardar a competitividade a longo prazo das empresas envolvidas.

Alteração de nome para Daimler AG

Em outubro de 2007, uma assembléia geral extraordinária aprovou a mudança de nome da DaimlerChrysler AG para a Daimler AG. Aproximadamente 99% dos 5.000 acionistas reunidos votaram a favor dessa mudança. A renomeação da empresa envolveu renomear também as instalações de produção e as organizações de vendas na Alemanha e no exterior. O princípio orientador por trás dessa mudança de nome foi a necessidade de fazer uma distinção clara entre a marca da empresa Daimler e as várias marcas de produtos do Grupo.

Cerca de dois anos depois, em 27 de abril de 2009, a Daimler AG também renunciou à participação de 19,9% que havia inicialmente retido na Chrysler.

DaimlerChrysler – 17 anos desde o fechamento da fábrica no brasil

Em 2001, A DaimlerChrysler anunciava a demissão de 26 mil funcionários em várias partes do mundo e o fechamento de seis de suas fábricas, inclusive uma no Brasil.

No Brasil a empresa fechou a unidade da Chrysler em Campo Largo, no Paraná. O comunicado da empresa não mencionava a fábrica da Mercedes, então recentemente inaugurada em Juiz de Fora.

Segundo o comunicado, a partir de 2002 a DaimlerChrysler fecharia fábricas na América do Sul e América Central, além de reduzir turnos de trabalho em várias unidades dos Estados Unidos e Canadá.

O anúncio feito pela DaimlerChrysler aconteceu num momento difícil para o setor automobilístico dos Estados Unidos. Pouco antes a Ford e a General Motors também anunciavam redução da produção, em consequência de retração das vendas e aumento da concorrência das montadoras asiáticas e européias.

Prejuízos

A empresa é o resultado da fusão entre a alemã Daimler-Benz e a americana Chrysler, formalizada em 1998. A empresa também detém marcas como Mercedes-Benz, Jeep e Dodge.

Enquanto as operações da Mercedes vinham dando lucro, a Chrysler esteve enfrentado dificuldades. No segundo semestre do ano anterior a empresa teve um prejuízo de cerca de US$ 1,75 bilhão, nos Estados Unidos.

Os analistas de mercado temiam o risco de que a empresa fizesse as demissões para cortar custos mas não tivesse uma estratégia de crescimento.

Demitir para crescer

Dieter Zetsche, presidente da Chrysler desde 2000, justificou as demissões: “Estamos tomando estas medidas para acelerar a recuperação do desempenho financeiro do Grupo Chrysler.”

“Somente adaptando a nossa estrutura geral de custos, nossa força de trabalho e nosso nível de produção à realidade do mercado….poderemos criar uma base saudável para o crescimento da Chrysler no longo prazo, ” acrescentou ele.

Uma das primeiras medidas tomadas pelo executivo ao assumir a Chrysler foi pedir aos fornecedores que cortassem 5% de seus preços. Ele também fez com que os fornecedores discutissem formas de reduzir os preços em mais 10%.

Mas algumas empresas se recusaram a atender aos pedidos da Chrysler e pediram que a montadora apresentasse propostas mais realistas.

As ações da DaimlerChrysler perderam 40% de seu valor desde a fusão das duas empresas.